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quarta-feira, 4 de maio de 2016

OS PERIGOS DO NOVO MINISTÉRIO

 
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    Acaba de sair pelo ralo, como absurda e inexequível, a antecipação para outubro das eleições presidenciais marcadas para 2018. Apesar de apoiada pela presidente Dilma e parte do PT, a sugestão mergulhou nas profundezas. Com o impeachment de Madame cada vez mais perto, não caberia a Michel Temer outra alternativa senão terminar de compor o seu ministério. É onde mora o perigo, porque apesar de umas poucas estrelas de certa grandeza, do tipo José Serra e Henrique Meirelles, o plantel deixa a desejar.
    Temer optou por distribuir pelos partidos que o apoiam a totalidade do grupo com que enfrentará os próximos dois anos. Tem produto para todo gosto, na prateleira, inclusive gente investigada na Justiça. Pelo jeito, a estratégia do novo presidente é a mesma da Dilma, ou seja, garantir apoio no Congresso, importando menos a qualidade e a competência dos ministros, mais os votos que trarão na Câmara e no Senado. Surpresas sempre poderão acontecer, como revelações de alguns com os quais não se contava. Mas decepções também entrarão na pauta.
    O próximo ministério enfrentará fortes obstáculos deixados pela já quase antecessora. Em especial na economia, a cargo de Henrique Meirelles, com José Serra de olho. Mas as pastas sociais também darão trabalho. Assim como as relativas à infraestrutura.
    Será preciso que Michel Temer preste atenção no PT, senão em Dilma, escanteada, ao menos no Lula. Assim como nas centrais sindicais. 
    A chamada recuperação nacional não acontecerá por milagre. Torna-se necessária muita força para passar o apagador no quadro negro. Em especial, cuidados para fiquem de fora todos os políticos hoje objeto de processos por suposta participação em atos de corrupção. Tem gente de  primeiro time na relação, que o Procurador Geral da República e a Operação Lava Jato não se cansam de investigar

    CHEFES MILITARES JÁ BATEM CONTINÊNCIA AO VIRTUAL PRESIDENTE TEMER


    COMANDANTES DAS TRÊS FORÇAS JÁ ESTIVERAM NA VICE-PRESIDÊNCIA




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    Denúncia contra Lula tem o peso de uma lápide


    O cronista Nelson Rodrigues ensinou que a morte é anterior a si mesma. Começa antes, muito antes. É todo um lento, suave, maravilhoso processo. O sujeito já começou a morrer e não sabe. Tome-se o caso de Lula. Fenece politicamente desde 2005, quando explodiu o mensalão. Mas demorou dez anos para que a Procuradoria-Geral da Repúlica providenciasse a lápide.
    Veio na forma de uma denúncia e de uma petição ao STF. Na denúncia, o procurador-geral pede a conversão de Lula em réu por ter tentado comprar o silêncio do delator Nestor Cerveró. Na petição, requisita a inclusão de Lula e outras 29 pessoas no “quadrilhão”, como é conhecido o principal inquérito da Lava Jato. Nesse texto, Janot esculpiu um epitáfio com cara de óbvio:
    “Essa organização criminosa jamais poderia ter funcionado por tantos anos e de uma forma tão ampla e agressiva no âmbito do governo federal sem que o ex-presidente Lula dela participasse.''
    A conclusão do procurador-geral elimina uma excentricidade dos governos do PT. Está chegando ao fim a era da corrupção acéfala. Janot fez, finalmente, justiça a Lula, protegendo-o de si mesmo. A pose de Lula diante da roubalheira não fazia jus à sua fama.
    O mal dos partidos políticos, como se sabe, é que eles têm excesso de cabeças e carência de miolos. O PT sofre da mesma carência, mas com uma cabeça só. Desde que empinou a tese do “não sabia”, Lula vinha renegando sua condição de cérebro solitário do PT. Reivindicava o papel de cego atoleimado.
    Se aceitar a denúncia da Procuradoria, o STF não irá apenas transformar Lula em réu. Restabelecerá a lógica, acomodando o personagem no topo da hierarquia da quadrilha.
    Mirando para baixo, Janot disparou várias balas que muitos davam como perdidas. Requereu a inclusão no inquérito do “quadrilhão” de vários nomões do PT, do PMDB e da vizinhança de Dilma.
    Gente como os ministros palacianos Jaques Wagner, Ricardo Berzoini e Edinho Silva; os ex-ministros Erenice Guerra, Antonio Palocci e Henrique Alves; os senadores Jader Barbalho e Delcídio Amaral; o deputado Eduardo Cunha… De quebra, foi alvejado o principal assessor de Dilma, Giles Azevedo.
    Como se fosse pouco, Janot requereu a abertura de inquérito contra a própria Dilma, o advogado-geral do impeachment, José Eduardo Cardozo e, de novo, Lula. Acusa-os de tentar obstruir as investigações.
    No início de março, quando foi conduzido coercitivamente para prestar depoimento à Polícia Federal por ordem do juiz Sérgio Moro, Lula reagiu com uma entrevista de timbre viperino. “Se quiseram matar a jararaca, não bateram na cabeça, bateram no rabo, porque a jararaca está viva.'' Pois bem. Janot acertou a cabeça da víbora.
    Lula estava zonzo desde o dia em que o doutor Moro atrapalhou sua nomeação para a Casa Civil jogando no ventilador os diálogos vadios captados em grampos legais. Numa conversa com Dilma, a jararaca destilara todo o seu veneno:
    “Nós temos uma Suprema Corte totalmente acovardada, nós temos um Superior Tribunal de Justiça totalmente acovardado, um Parlamento totalmente acovardado. […] Nós temos um presidente da Câmara fodido, um presidente do Senado fodido. Não sei quantos parlamentares ameaçados. E fica todo mundo no compasso de que vai acontecer um milagre e vai todo mundo se salvar…”
    Depois disso, a Suprema Corte avalizou o rito do impeachment, o presidente da Câmara coordenou a goleada de 376 X 137, o presidente do Senado passou a flertar com o vice-presidente “conspirador”, os parlamentares traem madame gostosamente e Lula revela-se uma cobra sem veneno. Tornando-se réu, talvez chegue a 2018 mai perto da cadeia do que das urnas.
    Quanto a Dilma, ninguém estranharia se o noticiário sobre sua Presidência migrasse da editoria de política para o espaço que os jornais reservam aos avisos fúnebres. Os curiosos lêem compulsivamente, à espera de uma surpresa agradável. Jurada de morte, madame tenta se convencer de que ainda está cheia de vida. Mas todos sabem, inclusive seus aliados, que, mais dia menos dia, acaba o seu dia a dia. Tudo passa, exceto o PMDB, que é imortal

    GOVERNO TEMER SERÁ COMPOSTO POR ACUSADOS E RÉUS, Temer admite levar investigados ao governo


    Em entrevista ao jornalista Gerson Camarotti, o vice-presidente Michel Temer (PMDB) admitiu a possibilidade de nomear investigados na Operação Lava Jato para compor o seu eventual governo. São cotados para compor a equipe do peemedebista o senador Romero Jucá e o ex-deputado federal Henrique Eduardo Alves, ambos do PMDB, que são investigados pelo Supremo Tribunal Federal. Geddel Vieira Lima, também do PMDB e cotado para a Secretaria de Governo, já foi citado em delações.
    "Num plano mais geral, o que eu posso dizer é que a investigação ainda é o que é, uma investigação. Então, não sei se isto é um fator impeditivo de uma eventual nomeação", afirmou.
    Sobre a possibilidade do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB), assumir a Presidência, Temer desconversou: "Isso eu só avaliarei se eu vier a assumir o governo".
    Na entrevista, exibida pelo Jornal Nacional, Temer também falou sobre a economia e o programa do PSDB.
    "Na eventualidade de eu vir a assumir – até porque eu estou aguardando com todo respeito a decisão do Senado –, é claro que eu esperarei produzir algo produtivo para o país. Evidentemente que hoje o tema central é o tema da economia. Nesse, em particular, eu estou examinando, estudando a matéria, tendo a colaboração de justos economistas, entre os quais a figura de Henrique Meirelles. E pretendo no início apresentar algo que seja palatável para o país, seja útil para o país, gerando talvez expectativa", afirmou.
    Sobre as 15 propostas do PSDB, ele afirmou que está de acordo com os pontos apresentados. "Quero ressaltar que um dos aspectos fundamentais desse documento é exatamente a questão do parlamentarismo. E eu não tenho objeção a isso não. Se for o caso, nós temos que empreender uma grande reforma política, para então adotarmos o sistema parlamentarista. Eu não tenho nenhuma objeção em relação a isso. O que eles propõem é que a partir de 2018 se possa adotar a tese do parlamentarismo", disse

    Brasileiros já pagaram 700 bilhões de impostos em 2016


    Brasileiros já pagaram R$ 700 bilhões em impostos neste ano (Foto: Reprodução / impostometro.com.br)
    Do portal G1
    O valor pago pelos brasileiros em impostos neste ano alcançou R$ 700 bilhões por volta de 23h20 desta terça-feira (3), segundo o “Impostômetro” da Associação Comercial de São Paulo (ACSP). No ano passado, esse mesmo montante foi alcançado um dia depois, em 4 de maio. O presidente da ACSP, Alencar Burti, destaca que o Brasil já tem uma das maiores cargas tributárias do mundo e que não suportará novos aumentos.
    O Tesouro Nacional estima que a carga tributária brasileira cresceu em 2015 e atingiu 32,71% do Produto Interno Bruto (PIB) ante a 2,43% do PIB em 2014.
    Recorde em 2015
    No dia 30 de dezembro de 2015, foi alcançada pela primeira vez em um ano a marca inédita de R$ 2 trilhões que foram pagos pelos brasileiros em impostos.
    Pelo portal www.impostometro.com.br, é possível descobrir o que dá para os governos fazerem com todo o dinheiro arrecadado. Por exemplo, quantas cestas básicas é possível fornecer, quantos postos de saúde podem ser construídos. No portal também é possível levantar os valores que as populações de cada estado e município brasileiro pagaram em tributos

    LULA, DEPRÊ E DECEPCIONADO COM DILMA

    O ex-presidente Lula está deprimido, chateado e muito preocupado. A descrição é de um de seus melhores amigos, que prefere dizer que o petista está "deprê". Lula, na opinião de interlocutores próximos, estaria "de saco cheio" de Dilma, apesar de solidário em muitos momentos. A informação é de Mônica Bergamo, hoje na sua coluna da Folha de S.Paulo.
    Diz a colunista que Lula não teve orientação oficial de médicos para faltar ao ato da CUT no 1º de Maio, como foi divulgado. Ele estava mesmo rouco e abatido. Mas poderia ter comparecido à celebração ao lado de Dilma Rousseff, ainda que não fizesse discursos.
    Segunda ainda Mônica, Lula  já não estava animado, mas o fato de Dilma ter se atrasado ajudou na decisão dele de ficar em casa. "Dona Marisa, que não gosta da presidente, fez forte pressão para que ele não fosse ao Anhangabaú.

    O PT CAVOU A SUA PRÓPRIA COVA

    Magno Martins

       
    O Governo natimorto de Dilma entrou na contagem regressiva. A partir de hoje, faltam apenas sete dias para acabar a era petista, que durou 13 anos e cinco meses, resultando num tremendo mal ao País. Na linha de frente da oposição, que cumpriu com muita competência, diga-se de passagem, o PT pregou ética e moralismo.
    Chegando ao poder, não fez uma coisa nem outra. Exibiu um moralismo falso e jogou a ética no lixo. Esperança dos brasileiros que apostaram na mudança, o ex-presidente Lula, filho das desigualdades, não teve coragem para isolar a quem tanto combateu. Em campanha, disse que Sarney era um ladrão e que seu lugar era na cadeia. Governou os dois mandatos com Sarney, que continuou reinando absoluto no Maranhão.
    Chamou Collor de salafrário e corrupto. No segundo mandato, andou de braços dados com o ex-presidente que o PT promoveu o seu impeachment. Disse que o Congresso tinha 300 picaretas. Eleito, governou com todos os picaretas, alguns deles promoveu a ministro de Estado e, mais do que isso, deu carta branca a José Dirceu, fiel escudeiro e capitão do time, para comprar o voto do baixo clero na Câmara e no Senado com o mensalão.
    Dirceu virou o rei do aliciamento. Não discriminou nenhum assaltante. Não poupou nem quem tinha a estrela de corrupto na testa, como Roberto Jefferson e Pedro Corrêa. Quarenta ladrões foram condenados no mensalão. Até hoje, Dirceu continua vendo o sol nascer quadrado. O resto da história não precisa contar. O brasileiro, por mais alienado que seja, sabe como tudo isso acabou.
    Achando pouco, Lula deu cria ao petrolão, o maior assalto aos cofres públicos da história brasileira. Lula e sua quadrilha quebraram a Petrobras, uma estatal que parecia sólida, orgulho dos brasileiros. Não contava Lula e o PT que encontrariam pela frente um juiz destemido e competente, a salvação nacional, que devolveu ao brasileiro o orgulho da justiça. Mesmo atuando na primeira instância, Sérgio Moro desbaratou a quadrilha.
    Prendeu, quem diria, empreiteiros que pareciam intocáveis, como Marcelo Odebrecht, o homem forte dos esquemas de Lula, patrocinador de falcatruas que vieram a público na operação Lava jato, como o sítio de Atibaia e o tríplex. O PT promoveu o maior esquema de compra de votos com o dinheiro público, através do programa Bolsa Família.
    Os dias do PT estão chegando ao fim, para o bem do País. Uma era de muita enganação, roubalheira, descalabro nas contas públicas, o maior engodo vivido nos últimos 30 anos. Nem Collor, com PC Farias, roubou tanto. Fernando Henrique, que montou um esquema da privatização do sistema Eletrobrás, virou um santo diante da voracidade de Lula e da sua quadrilha na comilança do meu, do seu, do nosso dinheiro

    terça-feira, 3 de maio de 2016

    Justiça mira três mas quer acerta dois

    A decisão do procurador-geral da República de pedir inquérito contra o senador tucano Aécio Neves não foi um fato isolado. Rodrigo Janot pediu que o presidente do PSDB preste depoimento em até 90 dias sobre as suspeitas de recebimento de propina de Furnas.
    A manchete da ‘Folha de S. Paulo’ desta terça-feira informa que a decisão foi aperitivo de ação contra a presidente Dilma Rousseff e o ex-presidente Lula. O procurador também decidiu pedir ao Supremo Tribunal Federal para investigar os dois com base na delação premiada do senador Delcídio do Amaral (ex-PT-MS) e o parecer da Procuradoria defendendo que a nomeação de Lula para a Casa Civil seja anulada.
    Procuradores indicam que a indicação de Lula à Casa Civil foi uma das ações do Planalto para "tumultuar" o andamento da apuração da Lava Jato e retirar do juiz Sergio Moro a condução das investigações que envolvem o petista.
    Também estão no alvo da PGR o ministro da Educação, Aloizio Mercadante, e o ministro do STJ (Superior Tribunal de Justiça) Marcelo Navarro.
    Sobre Mercadante, há a suspeita de que ele teria trabalhado para evitar a delação de Delcídio. A nomeação de Navarro faria parte dessa estratégia

    Documento do PSDB a Temer propõe implantação do parlamentarismo



    AÉCIO-E-TEMER-22222
    Previsto para ser entregue ao vice-presidente da República, Michel Temer (PMDB), nesta terça-feira (3), o documento elaborado pela cúpula do PSDB como condicionante para a concessão do apoio ao novo governo estabelece como um dos temas centrais o início das discussões para a implantação do sistema parlamentarista a partir de 2018. O ano coincide com a realização da próxima eleição para a Presidência da República. Chamado internamente como “carta de princípios”, o documento foi fechado em reunião da cúpula do PSDB realizada em Brasília na tarde desta segunda-feira (2) e tem 15 itens.
    O item que aborda o novo regime consta do trecho que trata sobre a necessidade de se realizar uma reforma política. “Defendemos a criação de cláusula de desempenho eleitoral, o voto distrital e a formação das bases de discussão para a implementação do parlamentarismo a partir de 2018”, disse à reportagem o presidente nacional do PSDB, senador Aécio Neves (MG).
    O tucano deve entregar a carta pessoalmente a Temer nesta terça-feira, após reunião com integrantes da Executiva do partido. No documento, a cúpula do PSDB também defende a “expressa” redução do número de ministérios e cargos comissionados. O tema foi inserido como um dos itens prioritários num momento em que ainda não há, dentro da legenda, consenso sobre como participar do novo governo Temer.
    A ideia de parte de integrantes da cúpula do PSDB é aguardar o início da nova gestão e “ver que cara terá” para só depois integrá-la. Dentro desse entendimento, a possibilidade de o senador José Serra (PSDB-SP) vir a ocupar um ministério na nova gestão deverá ser considerada como uma indicação “pessoal” de Temer e não do partido. Além de Serra, o deputado Bruno Araújo (PSDB-PE), também é cotado para assumir um posto no novo governo
    PRIVATIZAÇÃO – Na parte que trata do cenário econômico, o documento do PSDB defende que um dos caminhos para sair da atual crise é a ampliação das concessões e privatizações. Essa orientação teve a colaboração do ex-presidente do Banco Central Armínio Fraga, nome que chegou a ser sondado para participar da equipe econômica do vice-presidente da República.
    “É imperativo que o novo governo proponha, em regime de urgência, uma agenda de reformas estruturais que criem condições para que o Brasil volte a ser um País competitivo, com melhores condições de gerar emprego, renda e bem-estar para as pessoas, e com equilíbrio nas contas públicas. E, ainda, recupere as agências regulatórias por meio de gestão profissional, buscando de forma equilibrada o interesse da sociedade e o aumento significativo do investimento em infraestrutura, baseado num programa consistente de privatizações e concessões”, diz a carta
    No texto, integrantes da cúpula do PSDB também defendem, sem dar detalhes, o combate rigoroso à inflação, preservando o poder de compra dos salários e a simplificação o sistema tributário, tornando-o mais justo e progressivo.
    O documento aborda ainda temas relacionados às área de saúde, educação, e a manutenção e qualificação dos programas sociais implementados pelo governo do PT.
    “Numa situação de crise aguda como a atual, deve estar garantida a manutenção e a ampliação dos programas sociais que se direcionam para os segmentos mais vulneráveis e de menor renda da população, em especial o Bolsa Família, o Minha Casa Minha Vida, o Pronatec, o Fies e o Prouni”, diz o texto.

    Bispo da Igreja Universal é cotado para ser ministro da Ciência e Tecnologia de Temer



    Marcos Pereira PRB
    O bispo licenciado da Igreja Universal Marcos Pereira é um dos fortes candidatos para chefiar o Ministério da Ciência e Tecnologia em um eventual governo do vice-presidente Michel Temer. Presidente nacional do PRB, o religioso já se reuniu com Temer no Palácio do Jaburu. A pasta foi oferecida ao partido esta semana, depois que as tentativas de uma negociação em cima da Agricultura e da Secretaria Especial de Portos frustraram.
    Vale ressaltar que em 2012, por iniciativa do vereador Alfredo Santana (PRB), Marcos Pereira recebeu o título de Cidadão do Recife. O parlamentar justificou a iniciativa argumentando que o homenageado nunca se deteve diante das dificuldades da vida. “Filho de uma empregada doméstica e do patrão, foi entregue pela mãe para adoção. Ele acabou sendo criado pela avó materna adotiva. Aos 31 anos já era vice-presidente da TV Record e aos 40 é o presidente do PRB. Uma trajetória que não deixa dúvidas”, disse o vereador na época.
    Pereira publicou em sua página na internet uma mensagem em que diz que seu partido “saiu da base de apoio do governo Dilma Rousseff e deixou o Ministério do Esporte em pleno ano de realização das Olimpíadas por entender que houve crime de responsabilidade e pela dificuldade de diálogo que a presidente e seus auxiliares mais próximos sempre impuseram aos aliados”.
    No governo Dilma, o PRB comandou o Ministério do Esporte até as vésperas da aprovação do impeachment na Câmara. O titular da pasta nessa fase era o pastor George Hilton.
    “Nossa esperança é a de que o novo governo [Temer] não cometa os mesmos erros deste que está prestes a se encerrar. Temos conosco a expectativa de, juntos, deixarmos um legado para o futuro. O Brasil pode contar com o PRB”, encerrou, ainda, na rede social.
    Segundo a Folha de S. Paulo, as conversas com o PRB ocorrem em meio à tentativa de Temer de equacionar as demandas de partidos que lhe darão sustentação no Congresso e a ideia de reduzir o número de ministérios (hoje em 32), caso assuma o Planalto.

    Depois de briga por ciúmes, homem mata mulher e filho a facadas


    O suspeito teria cometido suicídio

    Reprodução

    Um homem matou a facadas a própria mulher e o próprio filho, de oito anos, dentro do apartamento que moravam em Goiânia. Alexandre Schmitz, de 30 anos, teria brigado com a mulher Samantha Schmitz, de 29 anos, e foi obrigado a dormir dentro do carro no lado de fora do prédio.
    No dia seguinte, o suspeito voltou com uma faca e assassinou a mulher e o filho, Arthur Schmitz. Em seguida, o suspeito teria cometido suicídio.
    Ainda segundo os vizinhos, essa era a terceira vez que o casal brigava por causa de ciúmes.
    O pai de Samantha, que mora no mesmo prédio, foi quem encontrou os corpos.
    Na próxima sexta-feira, o casal faria 10 anos de casamento

    Cunha deixa STF em saia justa ao dizer que vai comandar Câmara até 2017


    A Suprema Corte julgar em breve o pedido do Ministério Público para o afastamento de Cunha da presidência da Câmara e também do mandato

    DR

    Articuladores de um eventual governo Temer e o Supremo Tribunal Federal (STF) não ouviram com bons ouvidos a declaração do presidente da Câmara dos Deputados Eduardo Cunha (PMDB-RJ), em entrevista ao jornal 'Folha de S. Paulo', que só vai deixar a cadeira da Casa no dia 1º de fevereiro de 2017.
    P
    Segundo o Blog do Kennedy, pegou mal no STF porque existe uma possibilidade nada remota de a Suprema Corte julgar em breve o pedido do Ministério Público para o afastamento de Cunha da presidência da Câmara e também do mandato. Já os articuladores do governo Temer acreditam que Cunha mandou um recado: não aceita pressão para renunciar ao comando da Casa.
    Por outro lado, as investigações da Lava Jato avançam sobre um importante líder da oposição e também da cúpula do PMDB, que vão participar ou apoiar um eventual governo Temer.

    Justiça nega recurso do WhatsApp e mantém bloqueio do app por 72h


    A decisão do recurso foi publicada nos primeiros minutos desta terça-feira durante o Plantão do Judiciário do Tribunal de Justiça de Sergipe

    DR

    O desembargador Cezário Siqueira Neto negou a liminar do mandado de segurança pedido pelo WhatsApp Inc e manteve o bloqueio do aplicativo para clientes das operadoras brasileiras pelo período de 72 horas.
    P
    A decisão do recurso foi publicada nos primeiros minutos desta terça-feira durante o Plantão do Judiciário do Tribunal de Justiça de Sergipe.
    Na decisão, o desembargador plantonista negou a liminar porque entendeu que existem possibilidades técnicas para o cumprimento da ordem judicial da quebra de sigilo das mensagens do WhatsApp. O bloqueio começou às 14h da segunda-feira.
    As empresas que descumprirem a ordem do bloqueio pagarão multa de R$ 500 mil. A decisão é do juiz Marcel Maia Montalvão, da Vara Criminal de Lagarto, em Sergipe, que atendeu a um pedido de medida cautelar da Polícia Federal, que foi endossado por parecer do Ministério Público

    Humberto Costa admite ser 'muito difícil' reverter resultado do impeachment


    Para o líder governista, a mudança de voto na comissão é muito difícil porque os integrantes do colegiado foram escolhidos por líderes que já tinham posição

    DR

    O líder do governo no Senado, Humberto Costa (PE), admitiu nesta segunda-feira, 2, ser "muito difícil" reverter a tendência de aprovação de um parecer favorável ao afastamento da presidente Dilma Rousseff na Comissão Especial de Impeachment da Casa. O petista, contudo, disse não ter desistido de conquistar no plenário um resultado favorável à presidente.
    P
    "Não (jogamos a toalha). Vamos fazer uma disputa na comissão e vamos fazer uma disputa no plenário e eu estou muito confiante de que aqui no plenário nós podemos ter metade mais um dos presentes para evitar o impeachment", respondeu Costa.
    Para o líder governista, a mudança de voto na comissão - que deve votar o parecer do senador Antonio Anastasia (PSDB-MG) na sexta-feira, 6, é muito difícil porque os integrantes do colegiado foram escolhidos por líderes que já tinham posição.
    Humberto Costa afirmou que, diante do que considera "enorme fragilidade" dos argumentos técnicos para tentar provar a existência do crime de responsabilidade pela presidente Dilma Rousseff, termina prevalecendo um debate político.
    O petista reclamou que um dos expositores colocou de forma tal a discussão sobre impeachment como se fosse um procedimento banal. "Quando, na verdade, no sistema presidencialista, em que o chefe de Estado é o chefe de governo, o impeachment é usado em uma situação absolutamente excepcional", criticou. Com informações do Estão Conteúdo.

    Janot quer investigação de Dilma e Lula na Lava Jato


    Segundo investigadores, a ação sobre Dilma, Lula e Navarro terá como base a delação premiada do senador Delcídio do Amaral (ex-PT-MS)

    DR

    A Procuradoria-Geral da República decidiu pedir abertura de inquérito ao STF (Supremo Tribunal Federal) para investigar a presidente Dilma Rousseff e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. De acordo com a Folha de S. Paulo, também são alvo da PGR o ministro da Educação, Aloizio Mercadante, e o ministro do STJ (Superior Tribunal de Justiça) Marcelo Navarro.
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    Segundo investigadores, a ação sobre Dilma, Lula e Navarro terá como base a delação premiada do senador Delcídio do Amaral (ex-PT-MS) e o parecer da Procuradoria defendendo que a nomeação do ex-presidente Lula para o ministério da Casa Civil seja anulada. Para os procuradores, a indicação de Lula foi para "tumultuar" o andamento da apuração dos desvios na estatal e retirar do juiz Sergio Moro a condução das investigações.
    Sobre Mercadante, há a suspeita de que ele teria trabalhado para evitar a delação de Delcídio. Segundo o ex-petista, Dilma deflagrou uma ofensiva nos tribunais superiores para influenciar nos desdobramentos da Lava Jato. A nomeação de Navarro faria parte

    segunda-feira, 2 de maio de 2016

    A INFANTILIDADE DOS NOSSO POLITICOS,Caiado desafia Lindbergh no Senado: “Fala lá fora”!QUASE SE PEGAM

     “O senhor não está lidando com os funcionários de sua fazenda!”, rebateu Lindbergh, em plena comissão do impeachment. Petista disse que Caiado mentiu ao dizer que membros do governo Dilma tem apagado arquivos para prejudicar eventual gestão Temer. Assista ao vídeo

    Jefferson Rudy/Agência Senado
    Senadores se levantam para trocar ofensas publicamente
    Os senadores Ronaldo Caiado (DEM-GO) e Lindbergh Farias (PT-RJ) protagonizaram uma áspera discussão no início da noite desta segunda-feira (2), levando à interrupção temporária dos trabalhos da comissão do impeachment no Senado. O bate-boca culminou com o oposicionista desafiando o colega petista a repetir acusações proferidas durante o entrevero “lá fora [da sala onde funciona o colegiado]”.
    “Fala lá fora, seu merda!”, bradou Caiado, repetindo o desafio feito em 29 de outubro do ano passado, ao então ministro de Minas e Energia, senador Eduardo Braga (PMDB-AM), durante audiência pública da Comissão Mista sobre Mudanças Climáticas do Senado – na ocasião, Caiado também chamou o interlocutor para a briga.
    “Mentiroso! Mentiroso!”, retrucou Lindbergh. A essa altura da confusão, ambos já estavam de pé. Caiado foi contido por senadores ao ameaçar se aproximar do petista.
    Confira no vídeo:

    A discussão começou quando Caiado, em pronunciamento na audiência pública que reúne especialistas favoráveis ao impedimento presidencial, disse que integrantes do governo Dilma Rousseff estão apagando arquivos, em ministérios, autarquias, estatais e outros postos da administração pública, para prejudicar a transição para um eventual governo Michel Temer, uma vez confirmado o afastamento de Dilma. A fala de Caiado, embora sem confirmação fática, é um dos rumores sobre a fase que, ao que tudo indica, antecede o afastamento temporário da petista por 180 dias.
    Lindbergh não gostou da fala de Caiado, e reagiu imediatamente. “É mentira do senador”, rebateu o petista, um dos mais combativos membros da tropa de choque governista na comissão do impeachment.
    Depois da intervenção de Lindbergh, o que se viu foi uma troca intensa de ofensas e acusações, aos gritos, em os interlocutores e um ou outro senador – a gritaria foi tamanha que a senadora Ana Amélia (PP-RS), que presidia a sessão do colegiado no momento do tumulto, precisou soar a campainha da sala de audiência e cortar os microfones dos envolvidos.
    Depois do desafio de Caiado, ainda foi possível ouvir Lindbergh rebatê-lo com outra provocação. “O senhor não está tratando com os funcionários de sua fazenda, não! Pensa que eu tenho medo de você? É o presidente da UDR!”, vociferou Lindbergh, referindo-se à União Democrática Ruralista. Depois de mais alguns instantes e impropérios lançados de lado a lado, senadores intervieram e conseguiram pôr fim à discussão, abrindo caminho para a retomada dos trabalhos.
    O debate na comissão já dura cerca de 11 horas. Participam da audiência Júlio Marcelo de Oliveira, procurador do Ministério Público do Tribunal de Contas; José Maurício Conti, professor do Departamento de Direito Econômico, Financeiro e Tributário da USP; e Fábio Medina Osório, advogado e presidente do Instituto Internacional de Estudos de Direito do Estado. Um terceiro convidado, o ex-ministro do STF Carlos Veloso, alegou impossibilidade de comparecer e a oposição tentava na sexta-feira substitui-lo por outro jurista.
    Recorrência
    Não é a primeira nem a segunda vez que Caiado se envolve em bate-boca e troca de ofensas com um colega de Senado em uma comissão temática. Em 7 de abril, o senador discutiu também asperamente com Donizeti Nogueira (PT-TO) em uma sessão de debate com o ministro do Desenvolvimento Agrário, Patrus Ananias, sobre ações da pasta e os casos de desapropriação de terra pelo Brasil.
    Identificado como membro da bancada ruralista no Congresso, grupo que reúne grandes agricultores e latifundiários, Caiado fez uma longa explanação com críticas à atuação do ministério e à política de reforma agrária na gestão Dilma Rousseff. Donizeti não gostou e resolveu contestar o colega de Senado, provocando uma gritaria e troca de ofensas entre ambos. O petista mencionou “o líder da UDR [União Democrática Ruralista, fundada em 1985]” e dá início a um bate-boca sobre assassinatos. “Nesse assunto vossa excelência é professor catedrático. Conhecedor profundo de assassinato”, rebateu Caiado.
    “E o senhor é profissional em assassinato e em arrecadar dinheiro para mandar matar o trabalhador rural. O senhor, como representante da UDR, arrecadava dinheiro para mandar matar trabalhador rural”, treplicou Donizeti. No meio da confusão, é possível ouvir a senadora Fátima interceder em favor do colega de partido. “Lave a boca para falar do PT!”, vocifera a parlamentar, com o dedo em riste.

    Feitiço virando contra feiticeiros: Cássio Cunha Lima é chamado de golpista no avião


    O senador Cássio Cunha Lima (PSDB-PB), um dos principais porta-vozes da oposição ao governo Dilma, foi chamado de "golpista" durante voo, na última sexta-feira. Ele também ouviu gritos de "traidor da democracia".
    Assista!



    Bandidos na Polícia Federal ameaçam incriminar quem negar aumento


    EXTORSAO

    Em campanha salarial, a Fenapef (Federação Nacional dos Policiais Federais) afirmou em nota oficial que a eventual resistência do governo em atender os pleitos da entidade pode gerar impactos nas investigações de corrupção relacionadas a lideranças do PT, partido da presidente Dilma Rousseff.
    O comunicado, emitido nesta segunda-feira (2), diz que, se a decisão do Executivo federal descontentar os policiais federais, “analistas da PF” preveem “uma onda de revolta da categoria em relação ao PT, o que poderá repercutir até nas investigações de corrupção envolvendo lideranças do partido”.
    O texto não especifica quem são os especialistas responsáveis pela previsão. A Federação também relaciona o comportamento do governo diante das reivindicações com as Olimpíadas do Rio de Janeiro, em agosto.
    “Um resultado desfavorável [à Fenapef] poderá levar os policiais federais a manifestações nacionais, com pedido de apoio à população,bem como estabelecerá um ambiente de descontentamento tão grande que poderá comprometer a segurança dos Jogos Olímpicos”, adianta o texto.
    Como é que é? “Me dá o meu, senão eu te fodo”, mas “se me der eu alivio”?
    “Casa uma grana aí senão eu escracho as Olimpíadas!?
    O nome disso, no Código Penal é extorsão mediante ameaça é para ser tratado com prisão em flagrante.
    Por tudo que já vi, o Ministro Eugênio Aragão não vai se intimidar e vai ter gente tendo de se explicar.
    A Polícia Federal, de instrumento republicano, parece ter se tornado instrumento subversivo, depois de anos de “bunda-lelê” com José Eduardo Cardozo;