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segunda-feira, 6 de março de 2017

Nova previdência corta das viúvas para alimentar corporações


Foto: Antonio Cruz/ (Arquivo) Agência Brasil
O Governo Federal exibe, até aqui, sinais contraditórios no tocante à reforma da previdência. Tirando de quem tem menos para dar a quem tem mais, o presidente Michel Temer prossegue fornecendo argumentos contra seu próprio projeto.


Reportagem recente dos jornalistas Edna Simão e Fabio Graner, do Valor Econômico, exibiu uma mostra das incongruências governistas. De um lado, informava que quatro milhões “poderão ter benefício [pensão por morte] reduzido”.
Ao lado, como se fora propaganda oposicionista, o matutino anunciava aumento de salários para oito categorias de servidores. Todos já com fartos holerites – sem falar da estabilidade no emprego.
Em síntese, o governo Temer planeja acabar com o reajuste atrelado ao mínimo para as pensões por morte. Ao mesmo tempo, pode reduzir esta pensão em até 60% do vencimento do falecido. Uma paulada em quem já está no sistema, outra em quem vai entrar.
O tratamento restritivo não alcança o alto escalão do funcionalismo. Oito categorias que ainda não haviam sido contempladas pela recorrente generosidade temerista com barnabés vão embolsar R$ 3,8 bilhões. Apenas em 2017.
As bondades com os servidores prosseguem. Auditores fiscais e analistas tributários terão direito a bônus de produtividade e eficiência. A prebenda será antecipada e extensiva aos aposentados – que, por óbvio, nada produzem para o erário.
Se a reforma da previdência já estivesse aprovada, uma viúva pensionista sem filhos receberia R$ 562 mensais em vez de R$ 937, o valor do mínimo hoje. Em um ano a viúva deixaria de receber R$ 7.308 – noves fora o reajuste desatrelado do mínimo.
Enquanto do lado das pensionistas a conta é de subtração, no dos servidores é de adição. Os auditores vão receber a produtividade antes de produzir. Em dezembro e janeiro, embolsaram R$ 7.500 cada mês. Dali em diante, R$ 3 mil todo mês além do salário.
Numa conta simples, o que uma viúva vai perder ao longo do ano o auditor fiscal vai receber em um único mês. As maldades de Temer prosseguem.
Na Folha de S. Paulo, título autoexplicativo. “Reforma previdenciária dificulta acesso à aposentadoria especial”. Este tipo de benefício atende pessoas com deficiência, por exemplo.
Rigor fiscal seletivo
Se o PT governista legou uma economia em ruínas depois de 13 anos de poder, soube como nenhuma outra agremiação entrincheirar-se na oposição. Os gestos do Governo Federal facilitam esta empreitada.
Obviamente, o PT (e a CUT) não será o único a se opor. O deputado Paulinho da Força vai estar à frente dos que se opõem a reforma dos aposentados. Governistas assustados com a repercussão negativa da reforma também anunciam restrições à proposta de Temer.
Até aqui, ao adotar rigor fiscal seletivo, o governo Temer esquiva-se de nexo em suas ações reformistas. Ao pautar a rigidez fiscal com viúvas e o beneplácito estatal com servidores joga pela janela a coerência dificultando a reforma necessária.

sábado, 4 de março de 2017

HOMICÍDIOS CONTINUAM EM ALTA NO ESTADO

No PT, o que acontece é debate interno ou autofagia?

Rudolfo Lago*

Como contraponto da entrevista de Humberto à Vejao senador Lindbergh Faria (PT-RJ) deu uma entrevista ao site Diário do Centro do Mundo. Humberto defende revisões de rumo, admissões de culpa, inserção maior nos diálogos da política e a construção de um novo discurso em um veículo da chamada “mídia tradicional”, que nos últimos anos teve claro posicionamento contrário aos governos petistas de Lula e Dilma. Lindbergh rebate o discurso de Humberto, o critica duramente, reforça a narrativa e o discurso do golpe contra o PT, do partido e de Dilma puramente como vítimas de um processo político espúrio em veículo da chamada “mídia progressista”. Escolhas nada gratuitas que estão combinadas às estratégias de cada um. Estratégias que estão longe de ser isoladas.Se engana quem acha que a recente entrevista que o senador Humberto Costa (PT-PE) deu à revista Veja tenha sido um ato isolado, saído da sua cabeça. A entrevista foi um reflexo externo de um encarniçado debate interno que acontece no PT em torno do papel que o partido deve ter agora na oposição, das estratégias, das opções e do rumo que deve seguir.
Todo esse debate terá ainda lances cada vez mais agressivos até a realização do 6º Congresso Nacional do PT, que acontecerá em junho. O que está em jogo é a futura sobrevivência eleitoral do partido e, principalmente, no caso individual de cada um, a sobrevivência eleitoral dos atores desse jogo.
No caso, Humberto e Lindbergh estão no centro desse drama. O PT tem agora dez senadores. Desses, apenas dois – Paulo Rocha (PT) e Fátima Bezerra (RN) – terão nas eleições de 2018 mais quatro anos de mandato (só para lembrar: os senadores são eleitos para mandatos de oito anos – em um eleição, o Senado renova dois terços da sua bancada; quatro anos depois, renova um terço). Todos os demais terão de disputar uma nova eleição, para o Senado ou para algum outro cargo.

As últimas eleições municipais mostraram o tamanho enorme do desgaste que o PT sofreu com todo o processo que culminou no impeachment de Dilma. E é em torno desse desgaste que se constroem essas estratégias. Se a situação vivida nas eleições municipais for semelhante em 2018, o PT vai minguar. Num mundo e num país onde crescem as correntes conservadoras, onde deve se encaixar o PT? Deve aprofundar e radicalizar suas posições originais de esquerda e tentar conservar-se em busca desse nicho de eleitorado? Mas já não há outros partidos assim? O PSol não saiu de dentro do próprio PT no início do governo Lula para se consolidar nesse nicho? E os demais partidos desde sempre mais à esquerda? Ou deve rever seu atual posicionamento, reassumindo o discurso mais amplo e pragmático que adotou nas eleições de 2002 para eleger Lula – o Lulinha Paz e Amor da Carta ao Povo Brasileiro e da aliança com o empresário José Alencar – e a partir daí enquanto esteve no poder? Mas não terá sido essa a raiz das distorções que desgastaram e comprometeram o partido?
É em torno dessas questões que vai se dando o debate. Adicionadas aí as opções de cada um no jogo específico que fazem em cada estado. Com quem vão se aliar, que estratégia garante ou tira votos de cada um, etc.
O problema maior que existe em torno de tudo isso é como adicionar à estratégia uma coerência do discurso com a realidade. O rumo da Operação Lava-Jato é uma armadilha para o PT, no que diz respeito à construção da sua narrativa. Se a Operação Lava-Jato seguir no rumo de fustigar os adversários do partido, com as revelações feitas pelos executivos da Odebrecht, ela seguirá fulminando os atuais ocupantes do Palácio do Planalto. O ministro da Casa Civil, licenciado por problemas de saúde, Eliseu Padilha, é um dos principais alvos agora, num processo que ronda bem de perto o principal gabinete do terceiro andar do Palácio do Planalto, aquele onde despacha o presidente da República. Na sexta-feira (3), o senador Aécio Neves (PSDB-MG) já se viu obrigado a gravar um vídeo dando explicações a respeito de denúncias que vazaram das delações premiadas.
Mas, se tudo isso prosseguir, como manter a coerência da narrativa de que tudo o que aconteceu não passou de um golpe orquestrado apenas para retirar do poder o PT e seus governantes? Essa narrativa só faz sentido se a Operação Lava-Jato parar e acontecer o tal acordão que ela preconiza. Mas, se a Operação parar, sobreviverão os adversários do PT, mais fortes e mais capazes de vir a derrotar o PT no futuro. Essa é a armadilha por trás da narrativa.
Os que se alinham a Humberto Costa perceberam o tamanho dessa armadilha. Julgam que o PT deveria ultrapassar uma estratégia que hoje se limita a repetir tal discurso. Até porque, avaliam, as urnas das eleições municipais já mostraram que isso não anima mais o eleitorado.
Para os que se alinham a Lindbergh, isso equivaleria a jogar os seus aos leões, reforçando o discurso dos adversários, ao admitir erros e culpas. Num nivelamento por baixo dos expedientes da política, poderiam sobrar as diferenças de opção política.
O problema nisso tudo é que o PT hoje já não consegue manter tal debate apenas dentro dos seus ambientes. E vai construindo um processo no qual cada vez mais o adversário de um petista é outro petista que pensa de maneira diferente. O dicionário diz que autofagia é o “comportamento da pessoa ou animal que se alimenta de sua própria carne; autodigestão.[Biologia]” ou “ação ou desenvolvimento da célula que provoca sua própria autodestruição”. O dicionário não precisa dizer como acaba tal processo

JUCÁ, QUE QUERIA ESTANCAR A SANGRIA, É O NOVO LÍDER DE TEMER. FAZ SENTIDO

Fraco, Governo parte para o “dá ou desce” na Previdência


pressiona
A manchete do Estadão de hoje é a confirmação do que se afirmou ontem, aqui, quando se comentou a chantagem publicitária dp PMDB como o “Sem Reforma da Previdência, Tchau Bolsa-Família”.
A demonstração de força, como quase  sempre, é sinal da fraqueza.
Temer sabe que tem de correr, porque sente que sua situação política, apesar de todas as “mãozinhas” de delatores “La La Land” (veja aqui a devastadora charge do Aroeira)  e um Judiciário acoelhado, vai se evidenciando desesperadora.
Tem, portanto, de mostrar sua serventia, única: concluir a obra de retirada de direitos sociais que foi iniciada congelando os gastos públicos em tudo aquilo que serve á população, ainda que com precariedade.
Como lhe faltam, agora, Geddel Vieira Lima e Eliseu Padilha para a missão de cooptação e pressão sobre os deputados, escalou-se Henrique Meirelles, que não é absolutamente do ramo.
A ressaca pós-carnavalesca  dos depoimentos, por mais que Temer se esforce para dizer que o depoimento de Marcelo Odebrecht o inocenta, só não foi pior para quele do que foi para Aécio Neves.
E, no final de semana, mais assombrações.
Hoje, na Veja, entende-se porque, uma semana atrás, uma nota de Lauro Jardim, em O Globo, dizia que havia gente de cabelo em pé no Planalto com a nota oficial que afirmava que ele jamais conhecera ou falara com o doleiro Lúcio Funaro, “mala” de Eduardo Cunha e, agora, entregador de pacotes para o “mula” José Yunes.
À Veja, Funaro desmente o presidente:”Já estive com ele [Temer], já falei, mas não me lembro do contexto”.
Cunha lembra

Suposto “grampo” de Obama a Trump lança EUA no abismo da crise


gramp
O que aconteceu hoje, com as sucessivas acusações de Donald Trump pelo Twitter de que Barack Obama grampeou os telefones de seu escritório vai além, muito além dos jogos de gato e rato tão ao agrado do novo presidente norte-americano..
Agora, é a acusação direta por um crime e um crime de imensa gravidade quando se trata de um cidadão norte-americano e candidato a presidente o grampeado.
Não por acaso, Trump compara o episódio a Watergate, a espionagem de Richard Nixon sobre o Partido Democrata que acabou por leva-lo à renúncia.
(Como se sabe, os norte-americanos  consideram seu direito à privacidade sagrado, embora não vejam sacralidade alguma nos mesmos direitos de seus não-nacionais)
Obama diz que é “simplesmente mentira” e acusa Trump de estar querendo desviar as atenções das investigações (?) de suas relações com a Rússia.
Que Obama tinha meios para fazê-lo. não há dúvida, porque fez isso a chefes de Estado estrangeiros, como Dilma Roussef e a alemã Angela Merkel.
Se o fez, claro, é outra conversa, porque afirmar isso exige algum nível de prova, o que Trump não apresentou, embora não apresentar não seja o mesmo que não ter.
Trmp, um homem de marketing, sabe perfeitamente o que  é um teaser, um artifício para criar atenção sobre um conteúdo que ainda virá.
Porque é grave demais para que não venha nada e, com isso, vingue a tese do antigo governo que a investigação sobre conexões russas de Trump sejam comprometedoras ao ponto de levá-lo a uma acusação extrema contra Obama.
Bem, os nossos “irmãos do Norte” passam para um degrau superior de uma histeria que aqui conhecemos bem: a do “ele sabia” ou não sabia.
Com a diferença que lá a grande maioria da imprensa é hostil a Trump.
É demais, mesmo para um sistema como o norte-americano,onde os negócios imperam muito acima da política.
Até agora, as trapalhadas fascistóides de Trump e o indisfarçado desejo, entre seus adversários, de sabotar seu governo não vinham mexendo com o mundo do dinheiro, que é o que realmente importa.
Agora, porém, cruzou-se a frinteira onde, nesta sim, deveria haver um muro seletivo: o da acusação criminal.

quinta-feira, 2 de março de 2017

Oposição acusa Governo de Pernambuco de esconder números da violência no Carnaval


 por Amanda Miranda 

Pernambuco teve o Carnaval mais violento desde 2010 este ano. É o que aponta um levantamento da bancada de oposição ao governo Paulo Câmara (PSB) na Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe), divulgado nesta quinta-feira (2). De acordo com os números anunciados pelos parlamentares, entre a sexta-feira (24) e a Quarta-Feira de Cinzas (1º) foram registrados 85 homicídios, um aumento de 35% em relação ao ano passado.
dados-homicidios
Fonte: Bancada de Oposição na Alepe
Mais cedo, a assessoria de imprensa de Paulo Câmara divulgou material comemorando uma queda da violência nos quatro dias de Carnaval. Os dados relativos ao mês de fevereiro devem ser anunciados até o dia 15, segundo a Secretaria de Defesa Social (SDS).

A oposição acusou o governador de esconder os números da violência. “Infelizmente, vivemos este ano o carnaval do medo, com crescimento no número de homicídios, de roubos, assaltos a ônibus. E, no lugar de tratar o tema com transparência, o Governo de Pernambuco escolhe esconder os números, numa postura diferente da adotada pelos governos do PSB desde 2007”, disse o líder da oposição, Sílvio Costa Filho (PRB), em nota.
Durante o desfile do Galo da Madrugada, a deputada Priscila Krause (DEM), em entrevista ao Blog de Jamildo, havia comparado Paulo Câmara ao ex-governador Eduardo Campos (PSB), para questionar a competência do atual gestor na segurança.
No texto divulgado pela oposição nesta quinta-feira, Edilson Silva (PSOL) lembrou que a bancada solicitou a Paulo Câmara que pedisse apoio da Força Nacional para o Carnaval. “O governo não faz menção à queda do público nem às ocorrências no interior, onde aconteceu a maioria dos casos. Isto mostra que o governo priorizou os focos da folia mais midiáticos da capital, mas abandonou as outras cidades. Os policiais da Força Nacional, que a oposição solicitou e o governo desdenhou, poderiam ter mudado estes números trágicos”, disse o parlamentar.
De acordo com o levantamento da bancada de oposição, não foram só os homicídios, contabilizados no Pacto pela Vida, que aumentaram. Também cresceram os crimes contra o patrimônio – entre eles os roubos, por exemplo – e os assaltos a ônibus. Os deputados usam como base os números dos Sindicato dos Rodoviários, que apontaram que houve 674 assaltos a coletivos de janeiro até o último dia 28, um crescimento de 438% em relação ao mesmo período do ano passado.

MARCELO ODEBRECHT DIZ QUE DILMA NUNCA LHE PEDIU DINHEIRO. TEMER PEDIU

Volta, Lula? Não seria Volta, Dilma?


Dilma. Lula.
Certamente houve um equívoco no manifesto assinado por artistas e intelectuais que apelam a Luiz Inácio Lula da Silva para que se candidate à presidente da República em 2018. Confundiram criador com criatura. A lógica de todo discurso pregresso da sinistra indica como mais justo não o “Volta, Lula”, mas “Volta, Dilma”.
Sendo Dilma uma legítima “guerreira do povo brasileiro” deposta por um “ato ilegítimo”, a história não poderia ser mais consequente oferecendo à Nação oportunidade para reparar o equívoco. Caso o presidente Michel Temer ainda esteja no comando da Nação em 2018, quando haverá eleições presidenciais, o cenário para o desagravo seria perfeito.Segundo pregam os signatários, a presidente Dilma Rousseff foi injustiçada ao ser deposta pelo Congresso Nacional. A chancela do Judiciário ao impeachment foi considerada traição. O povo nas ruas a gritar “Fora, Dilma”, armação da mídia. Já Lula cumpriu integralmente seus mandatos presidenciais.
O Brasil estaria diante de um julgamento natural da história. De um lado, o “usurpador”, ele mesmo candidato ou como cabo eleitoral de algum correligionário. Do outro, a “injustiçada”. A contenda seria decidida por 144 milhões de eleitores.
Temer poderia provar que seu mandato teria sido legítimo; sua vitória indicaria aprovação a suas reformas. Dilma, por seu turno, poderia defender seu legado; vitoriosa, estaria cacifada para retomar os projetos que alinhavou, mas não conseguiu executar.
Antes que esse confronto histórico advenha, uma correção se faz necessária. Em vez do “pró Lula”, como consta na petição virtual, há que apor o “pró-Dilma”. Depois é só esperar 2018 e deixar os eleitores decidirem. Que vença o melhor; ou o menos pior

MARCELO ODEBRECHT DIZ QUE AÉCIO NEVES PEDIU R$ 15 MILHÕES


ODEBRECHT REVELA QUE TUCANO PEDIU R$15 MILHÕES PARA A CAMPANHA

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Dois ex-procuradores gerais dizem a Moro que Lula sempre respeitou a Justiça

POR  · 

2proc
Deve ter sido ardido para o estômago do Dr. Sérgio Moro ter de ouvir dois ex-procuradores-gerais da Justiça eleitos para o cargo pela categoria, Cláudio Fontelles e Antonio Fernando de Souza, dizerem que nunca, jamais, em tempo algum, quando eles ocupavam o comando do MP, o ex-presidente Lula solicitou ou sugeriu qualquer coisa que pudesse representar uma invasão nas suas atribuições.
Antonio Fernando foi, inclusive, o chefe do MP durante praticamente toda a investigação do chamado Mensalão e disse a Moro que  ” “nunca houve nenhum pedido de Lula, diretamente dele ou por interposta pessoa, que interferisse nos atos do procurador-geral. Jamais houve qualquer pedido dele nesse sentido”.
O mesmo falou Fontelles, que lembrou ter Lula quem criou , em 2003,, a Estratégia Nacional de Combate à Corrupção e Lavagem de Dinheiro no  Ministério da Justiça (Encla)que permitiu a integração entre o Ministério Público Federal e diversos órgãos de investigação (como CGU, PF, COAF e Receita Federal). “Pela primeira vez se quebrou o paradigma de que o Ministério Público ficava apartado dos mecanismos de investigação, fundamentais  para o combate da macrocriminalidade”, disse.
Será que o Dr. Moro sentiu vergonha, diante destes testemunhos? Acho que não, na prepotência  e arrogância que tem prefere os atuais rapazes da Força Tarefa, cheios de convicções e ódios e vazios de  equilíbrio, de provas e de senso de Justiça.