Ao longo do dia, antes mesmo da decisão final do plenário do Supremo, os tucanos permaneceram em silêncio. Apenas o líder tucano no Senado, Cássio Cunha Lima, tratou do assunto. Segundo ele, o afastamento de Cunha foi uma "medida correta". "Não há mais risco de Cunha assumir a presidência da Câmara", disse.
O secretário-geral do PSDB, Silvio Torres, também fez uma declaração sobre o tema. "Agora a fila está andando. Aprovamos o afastamento da presidente Dilma aqui na Câmara e agora o Supremo afasta Eduardo Cunha, mostrando que as instituições estão funcionando. Demos mais um passo no sentido de devolver aos brasileiros a confiança nas instituições e nos políticos", afirmou.
Uma nota conjunta de PSDB, DEM, PPS e PSB considerou "coerente com a ordem jurídica a decisão final do pleno do Supremo Tribunal Federal sobre o afastamento do presidente da Câmara"
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