Para Silvana Battini, procuradora regional da República e professora da FGV Direito Rio, o motivo de tantos familiares envolvidos é o fato de o principal crime cometido ser o de lavagem de dinheiro, que requer a participação de pessoas confiáveis.
"Se a pessoa tiver que passar um valor para alguém, tiver de criar uma empresa fictícia, vai priorizar as pessoas em quem confia. É arriscado. A 'lava jato' trouxe isso muito claro, com pessoas que, aparentemente, não tinham nada a ver com a atividade ilícita e acabaram sendo envolvidas porque prestaram o auxílio. Prestar auxílio para a ocultação de bens é crime", explica.
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