O cartão pré-pago foi recebido no último dia 8 de dezembro, segundo relatou Wiliam ao
portal G1. Ato contínuo, passou a buscar uma resposta das empresas para a agressão, mas só foi atendido depois que o caso ganhou repercussão. Mesmo assim, ele diz que a situação não teve um desfecho. “Só me atenderam depois que a imprensa noticiou. Mesmo assim, ficaram de me dar uma resposta e até agora nada. O desrespeito continua”, disse ao G1.
Ele acredita que o xingamento ocorreu depois que ele fez uma reclamação com a Conta Super, empresa administradora de cartões pré-pagos com a bandeira MasterCard. "Tive um problema com uma transferência e liguei lá para reclamar. Liguei nervoso, mas não xinguei ninguém. Pode ter sido isso, algum atendente feito de sacanagem", diz.
Wiliam se queixa dos transtornos. “Não posso mais nem atender o telefone em casa, pois só me chamam assim. Eu até tento encarar como brincadeira, mas meus pais, que já são idosos, ficam muito nervosos. Minha mãe, em especial, se sente realmente ofendida, pois fere a honra dela”, relatou. A aposentada Jerônima Severina Vieira, de 72 anos, quer uma reparação por danos morais.
"A situação toda só gera constrangimentos, ainda mais para a minha mãe. Ela fica realmente nervosa quando alguém me chama assim. Isso faz mal para a saúde dela e, por isso, decidimos entrar com os processos. Não quero que mais ninguém passe por isso”, ressaltou William.
A assessoria de imprensa da MasterCard informou ao G1 que, até a noite de sexta-feira (29), a empresa não havia recebido nenhuma intimação sobre o caso.
A companhia havia informado em dezembro que não tem responsabilidade pela administração do cartão, cabendo esta função ao banco emissor. A empresa destacou ainda que não possui "informações pessoais dos correntistas, sendo essas de propriedade exclusiva dos bancos emissores dos cartões MasterCard".
Já a Conta Super, na época, disse que lamentava o ocorrido e esclareceu que o processo de personalização de cartões dá ao cliente a liberdade de escrever, mediante o uso de senha pessoal, o nome pelo qual quer ser chamado. Mesmo assim, uma ferramenta verifica, automaticamente, a impressão de "termos impróprios". Falhou
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