Translate

domingo, 6 de dezembro de 2015

PMDB DO RIO, TÁ COM DILMA E NÃO ABRE

No estado do principal operador do processo de impeachment, Eduardo Cunha (PMDB), a presidente Dilma Rousseff conseguiu construir uma relação sólida com o PMDB que será decisiva na guerra que será travada no Congresso Nacional para arquivar seu pedido de impedimento. 
A maior bancada do PMDB na Câmara é a do Rio, com nove deputados, incluindo Cunha. Em duas votações recentes e importantes para o governo, os deputados mostraram fidelidade: a meta fiscal teve o apoio de sete parlamentares — um se absteve, e Cunha não vota por presidir a Casa. Também não houve votos contrários ao governo no projeto que facilita a repatriação de recursos. 
Na manhã seguinte à decisão de Cunha, o prefeito Eduardo Paes e o governador Luiz Fernando Pezão se manifestaram contra a medida. Paes disse que o ato era um "escárnio", e Pezão chamou a ação de "lamentável". O governador conversou com a presidente por telefone e, mais tarde, recebeu o ex-presidente Lula.
Além de Pezão e Paes, Dilma conta também com o apoio do presidente regional do partido, Jorge Picciani. O líder do partido na Câmara, Leonardo Picciani, se tornou um dos principais interlocutores de Dilma na reforma ministerial.

Nenhum comentário:

Postar um comentário