Em conversas reservadas, - diz ainda a colunista --, Eduardo Cunha disse que Temer ligou para ele a fim de desmentir a versão de que teria dito a Dilma que o impeachment não tem base jurídica.
Em setembro de 1992, o então procurador-geral de São Paulo, Michel Temer, escreveu na Folha sobre o possível impeachment do então presidente Fernando Collor: “O julgamento por crime de responsabilidade é político. Não é jurisdicional”, opinou.
“A pergunta que o parlamentar votante se faz quando vota é: convém ou não que o acusado continue a governar?”, ele continua. “A situação de ingovernabilidade pode ser de tal porte que o parlamentar decide pelo afastamento para restaurar a governabilidade”, conclui
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