“Nós já tivemos esse modelo, estamos voltando a ele. Ora, se nós saímos dele, é porque estava viabilizando –e cada vez mais fomentando– a criação do caixa dois”, disse à Folha.
Segundo Caiado, financiamento não é problema do candidato, é do partido, e há como controlar doações e gastos. E o uso da máquina e o caixa dois aumentariam sem o financiamento privado. “Nós tivemos essa experiência. Não precisamos ter imaginação. Temos simplesmente que relembrar os escândalos que ocorreram antes de ter o financiamento de empresas privadas, só isso.”
Fora Dilma
Na sexta-feira (18), em Pouso Alegre, Minas Gerais, a convite do deputado federal Bilac Pinto (PR-MG), Caiado apresentou a palestra "Os problemas políticos e econômicos do Brasil", na Faculdade de Direito do Sul de Minas.
Ao falar para mais de 20 prefeitos e milhares de lideranças regionais e estudantes, o democrata defendeu que não há outra saída para a crise econômica, política e moral que não se inicie pela saída da presidente Dilma do poder.
"Não há como sair da crise sem antes resolver o fator-causa de tudo o que está acontecendo no país. O país carece de um governante com legitimidade para governar e o melhor caminha para se chegar a esse nome é através de novas eleições", afirmou.
Caiado esteve acompanhado do deputado federal correligionário Carlos Melles e do ex-presidente da Assembleia de Minas Gerais, Dinis Antônio Pinheiro (PP-MG). Na ocasião, também foi celebrada a filiação ao Democratas do vice-prefeito de Pouso Alegre, Mário Lúcio Mattozo.
Nenhum comentário:
Postar um comentário