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sábado, 24 de outubro de 2015

O silêncio de Dilma pode garantir a sua continuidade no governo

A conclusão no Planalto é que a presidente Dilma reagiu com o fígado ao dar declarações, no exterior, contra o presidente da Câmara, Eduardo Cunha.
Seus assessores avaliam que é mais prudente que ela contenha seus impulsos daqui para a frente.
Para os articuladores políticos do Planalto, o caso Cunha é do Conselho de Ética, do MP, da PF e do STF.
A cada semana aumenta o número de deputados tucanos contrários à posição de contemporizar com o presidente da Câmara, Eduardo Cunha. Um deles relata que a postura de enfrentar teria prevalecido anteontem, se houvesse votação na bancada

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