(Foto reprodução\Google)
Veja\Por: Augusto Nunes
A pilha de patifarias imobiliárias protagonizadas por Lula ficou alguns calhamaços mais alta nesta terça-feira, graças à descoberta da Operação Lava Jato revelada pelo jornal O Globo: em junho de 2010, a Odebrecht usou como intermediária a DAG Construtora, ramificação da empreiteira baseada em Salvador, para adquirir um prédio de três andares em São Paulo que, sem que o presidente gastasse um único e escasso centavo, seria reformado antes de transformar-se em sede do Instituto Lula. A doação só não se consumou por ter tropeçado em pendências judiciais envolvendo antigos proprietários do imóvel.
É improvável que a decepção do marido tenha superado em intensidade o desconsolo de Marisa Letícia. Entre os muitos documentos apreendidos em março deste ano no sítio em Atibaia, a Polícia Federal encontrou, numa pasta rosa guardada pela ex-primeira-dama, a prova de que o bunker permitiria que o casal convivesse 24 horas por dia: o projeto que detalhava a reforma incluía, além do auditório, de salas de reunião e de gabinetes, um apartamento de cobertura com cinco suítes
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