Segundo Francinei, o próprio deputado "tem conhecimento do vídeo", o que o deixava em situação vulnerável. "Na verdade, ele [Durval Barbosa] sempre teve poder sobre o Rogério. Ele consegue nomeações, tem crédito com o Rogério. O próprio Rogério tem conhecimento do vídeo. O Rogério nem gosta dele, mas tem que se reportar."
Rosso já é investigado sob acusações de compra de voto e peculato (desvio de recursos públicos). O caso envolve sua passagem como governador do DF, em 2010. A suspeita é de que servidores nomeados por ele foram usados para a campanha eleitoral de Liliane Roriz (PTB-DF) ao cargo de deputada distrital
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