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quarta-feira, 14 de outubro de 2015

Ministério Público de Pernambuco pretende investigar irregularidades durante as eleições para conselheiros tutelares

Investigação deve recair sobre alguns políticos que

O vereador Marcos di Bria, que declarou seu apoio a três candidatos, disse que não tinha nada a declarar sobre o caso / Foto: Reprodução / Internet


O vereador Marcos di Bria, que declarou seu apoio a três candidatos, disse que não tinha nada a declarar sobre o caso

Foto: Reprodução / Internet

As eleições para conselheiro tutelar em Pernambuco, realizadas no último dia 4, parecem que ainda estão longe de um desfecho. O Ministério Público de Pernambuco (MPPE) afirmou que vem recebendo diversas denúncias de irregularidades nas votações. Entre elas, destaca-se o apoio financeiro de políticos a alguns candidatos, que será investigado pelo MPPE. O coordenador do Centro de Apoio Operacional às Promotorias de Justiça (Caop), Luiz Guilherme Lapenda, resumiu como “um caos” o que aconteceu não só no Estado, mas em todo o Brasil. É a primeira vez que as eleições ocorrem de maneira unificada em todo o País. 

"Em um contexto geral, as eleições foram bastante complicadas. Infelizmente, nos dias de hoje, a contagem em muitos municípios aconteceram de forma manual, fazendo com que a contagem dos votos fosse mais demorada que o usual”, conta o promotor.
No Recife, vários políticos apoiaram publicamente, através das redes sociais, diversos candidatos a conselheiros tutelares. É o caso dos vereadores Aderaldo Pinto (PRTB), Davi Muniz (PHS), Eduardo Chera (SDD), Marco Aurélio Medeiros (PTC) e Marcos di Bria (PTdoB), que serão investigados pelo MPPE para avaliar qualquer indício de anormalidade

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